quinta-feira, 13 de maio de 2010

E Ainda Desmente Que Medo Não Sente



O meu maior medo, minhas maiores aflições, angústia e tristezas se tornam cada vez maiores quando vejo o quanto sou dotada da capacidade enorme e constante de errar. Uma das coisas mais imperdoáveis para mim mesma é tratar meu semelhante de forma ruim ou prejudicial e faço sempre o que é possível (e impossível) para tratar o ser humano de forma humanitária, com compaixão.

Muitas vezes eu falho, seja por ter outros problemas além deste, seja por ter acordado do avesso, seja por vários motivos que não justificam ignorância, agressividade, falta de paciência. Cada dia que passa eu tento ser melhor como dá.

Ah! Se eu pudesse voltar no tempo e pedir perdão a cada um que eu possa algum dia ter magoado, de qualquer forma que fosse. Cara, eu sou muito nômade em questão de conceitos, idéias, opniões, hoje eu posso ser azul e amanhã rosa, não vejo problema na mudança, vejo apenas benefícios. E é por isso que eu errei várias vezes e hoje vejo como fui tola ontem, antes de ontem, antes de antes de ontem, amanhã também posso ver algo que fiz de errado hoje, é normal!

Sou eu, assim, desse jeito, sem tirar, nem por. Mudar para melhorar, sempre e pedir desculpa sempre é um meio para evitar o que nos é tão "normal" hoje, como a desarmonia que leva as brigas e tem como consequências as guerras. Aprender a perceber que se está errado, nada melhor!