sexta-feira, 2 de abril de 2010

Dormir azul, acordar amarelo

Ontem a noite eu fui dormir pensando, pensando meio sem compasso, meio sem ritmo, meio diferente dos outros dias. Pensar, às vezes, trás más consequências que só são ruins naquela hora, assim como as decisões tomadas no calor do momento. Sempre fui de pensar muito antes de falar, de agir. Pelo menos eu pensava que sim.

Vamos pegar como exemplo um jogo de xadrez, nunca se sabe qual jogada vai ser a próxima ou o que seu adversário está pensando, assim é essa coisa louca e maluca, completamente pirada mesmo, chamada de vida, vida cruel, vida amarga, vida vivida. Sim, por mais que machuque, que chore, que sangre, você viveu. E como é bom dizer que não se arrepende, não é?

Em determinado caminho da vida, a gente para um pouco e começa a achar tudo feio, meio bobo, tudo completamente cinza. É aí que começam as dúvidas que ficam nos rodeando dias e dias na cabeça, querendo saber se tá bom ou se está ruim, mas por que a gente nunca se contenta com o meio termo? Óh espécie ruim, essa do ser humano!

Ontem eu fui dormir triste e acordei feliz, sabe quando achamos que estamos exagerando e que a única coisa que fizemos no dia anterior foi uma bela e louca tempestade em copo d'água? Exato! Foi o que eu fiz, mas isso tudo se deve a essa minha vontade louca de viver desesperadamente cada segundo e em todas as emoções. Agora para falar sério, eu peço desculpas por te falado demais, gritado demais e ter sido dramática. De verdade, você não faz falta.